O farmacêutico Guille Martín demonstra preocupação com casos de hantavírus
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Guille Martín, farmacêutico, demonstrou preocupação em relação aos casos de hantavírus, afirmando: "Não se sabe como de contagioso é entre humanos e a mortalidade ronda os 40%." A situação se agravou após três mortes relatadas em um cruzeiro que se dirigia às Ilhas Canárias após passar vários dias na África. Outros casos de contágio surgiram no cruzeiro, incluindo vários entre os membros da tripulação. O hantavírus é transmitido principalmente por roedores silvestres, que liberam o patógeno através de fezes, saliva ou urina. A forma mais comum de contágio é a inalação de partículas contaminadas, e os sintomas mais claros vão desde uma gripe forte até edema pulmonar, hemorragias internas e dificuldades respiratórias nos casos mais graves. A comunidade científica está monitorando de perto essa situação, especialmente em razão da recente pandemia de 2020, aguardando como ela pode se desenvolver nos próximos dias.
Pessoas como Guille Martín se pronunciaram nas redes sociais para expressar suas preocupações sobre um possível contágio humano em massa. Ele observou: "O que mais me preocupa, se for confirmado que a cepa se transmite de humano para humano, é a capacidade de transmissão." Em uma mensagem compartilhada em sua conta no X, ele detalhou suas preocupações, afirmando: "Sabe-se que se espalha por contato próximo, e que o período de incubação varia de quatro a 45 dias, mas não se sabe quão contagioso é entre humanos." Suas declarações ressaltam a ansiedade crescente em torno do hantavírus e suas implicações para a saúde pública.
Fonte: marca.com.