Presidente da Fifa, Infantino, enfrenta polêmica

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Presidente da Fifa, Infantino, enfrenta polêmica

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, encontrou-se numa posição precária após as recentes controvérsias em torno da organização. No início de julho, Infantino relatou um momento de triunfo, ao lado do presidente dos EUA, Donald Trump, quando apresentou o troféu da Copa do Mundo à Espanha em 19 de julho. No entanto, o humor mudou dramaticamente menos de duas semanas depois, quando Infantino abandonou os planos de vender ações em competições da FIFA a investidores privados, levando a uma condenação generalizada por parte dos fãs, do primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, e de várias organizações de futebol. O órgão de governo europeu da UEFA ameaçou boicotar as competições da FIFA, apoiado por críticas da Concacaf e da AFC.Com os fundamentos de sua presidência parecendo confusos, surgiram questões sobre o futuro de Infantino. David Bernstein, ex-presidente da Associação de Futebol, expressou o seu ceticismo sobre o potencial de Infantino para permanecer no poder. "Em uma organização normal, ele provavelmente seria mostrado a porta depois de recuar de uma proposta desta magnitude", observou Bernstein. Da mesma forma, o ex-vice-presidente da FIFA Jim Boyce reconheceu o crescente descontentamento, mas sugeriu que Infantino ainda poderia ter apoio suficiente para ser reeleito. Infantino, que assumiu como presidente da FIFA em 2016 depois de derrotar o xeque Salman al-Khalifa em uma eleição, anteriormente serviu como secretário-geral da UEFA por sete anos. Sua presidência foi posicionada como uma chanceComo a especulação cresce em relação a potenciais sucessores, várias figuras notáveis emergem como candidatos potenciais. Victor Montagliani, presidente da Concacaf, está no cargo desde 2016 e foi fundamental na organização da próxima Copa do Mundo em 2026, que deve ser acolhida por três nações. O xeque Salman bin Ebrahim Al Khalifa, presidente da AFC desde 2013, supervisionou um crescimento considerável no futebol asiático e mantém o apoio de numerosos membros da confederação. Nasser Al-Khelaifi, presidente do PSG e presidente dos Clubes de Futebol Europeu, tem experiência dentro da hierarquia do futebol, mas não pretende o papel. Além disso, Mattias Grafstrom, o secretário-geral da FIFA nomeado em maio de 2024, surgiu como um potencial concorrente, dado seus laços estreitos com Infant

Fonte: bbc.co.uk.